terça-feira, novembro 11, 2025

Home is where the heart is

I am forever grateful for the satellites that make phone calls from my loved ones possible. Although there is a bit of a lag, I will take that any day over silence.

I am forever grateful to whoever invented video calling as well. Even though it’s strange to be essentially talking alone to a device, I will take that any day over effectively being alone.

I am grateful to be privileged enough to fly home in a few days. Grateful to be able to stay for more than a month in what I understand to be “home.” I wish I could feel like home is here, too. But distance is a reality, and I am grateful for all the creations and luck that allow me to bridge (most of) the gaps that come with being away from home.

segunda-feira, outubro 27, 2025

Aprendendo a ler

Eu me pergunto se eu deveria estar sentindo tantos sentimentos complicados tão cedo.

Será que eu deveria me preocupar em não responder às suas mensagens rápido demais, para que você não ache que eu vivo em função de esperar você falar comigo? Porque eu não vivo — mas também não vejo por que esperar para te responder, já que eu gosto tanto de conversar com você.

Ou me preocupar em não chorar na sua frente, para que você não me ache instável? Porque eu não sou — só acho que não faz sentido me fechar justamente com quem eu amo.

Será que eu deveria me preocupar em não te contar tudo isso que me incomoda, com medo de que você ache que eu sou complicada demais? Porque eu juro que não sou. Eu só sinto que a gente já não é mais como antes, e tenho medo de você não me entender se eu falar. E se você desistir da gente?

Acontece que, ao mesmo tempo em que eu tenho todos esses medos e preocupações, também fico cansada de não me sentir à vontade com você. Chega a me irritar perceber que estou pisando em ovos com a pessoa com quem espero passar o resto da vida.

Será que você sabe lidar com alguém que não é frio? Que consegue colocar em palavras o que sente e tem vontade de compartilhar? E será que eu sei lidar com as suas palavras não ditas? Será que vou aprender a ler nas suas entrelinhas?

Você me deixa tão insegura que, às vezes, é difícil lembrar que eu te amo.

terça-feira, outubro 21, 2025

Insônia

Ouvi tantas músicas hoje e queria ter dedicado todas a você. Nenhuma era particularmente nova, nem algo que a gente nunca tivesse escutado. Mas há uma sensação tão gostosa em ouvir uma música conhecida que, de repente, ganha um significado diferente — ou melhor, que nunca tinha me feito sentir a letra de verdade.

Hoje, por exemplo, reouvi Maria Bethânia cantando Cheiro de Amor, e essa música poderia facilmente ser algo que eu diria a você (queria eu conseguir traduzir o que sinto de um jeito tão bonito assim). Depois tocou Numa Ilha, da Marina Sena, e até nela consegui ver a gente — admito: é difícil não te ver em todo canto. 

Enfim, um dia desses salvei este poema no meu bloco de notas e, como diz a música, “I felt he found my letters, then read each one out loud.” Here’s to you, meu bem. Te amo mais do que consigo raciocinar em palavras.


I don’t mean to move too fast (Daniel Garrison)


I don’t mean to move too fast
but I couldn’t sleep last night
because I don’t know your middle name
or how you take your coffee
and for some reason there’s nothing in the world
I would like to know more except maybe
how your hair looks when it’s messy in the morning
and what makes you laugh until you cry
or what makes you laugh when you’re crying
either or both or all of those facts would be just fine
and I know we only just met and I don’t mean to move too fast
but I couldn’t focus this morning
because I need to know your preference in
take out food and the dreams you’d never say out loud
but secretly wish to come true
and if I were to buy you flowers
would you want them to be blue
and I know we only just met and I don’t mean to move too fast
but suddenly your voice is in my head playing on repeat
and I’ll probably never say this out loud
and I should probably get some sleep
but everything that’s significant to you
is significant to me

domingo, outubro 05, 2025

Pensamentos intrusivos

São 23h41 agora. Vamos ver até que horas eu termino isso.

Eu nem sei por onde começar. Só sei que, aos poucos, tenho me sentido menos e menos como eu -- e mais como uma espectadora de mim mesma. Como se eu olhasse para uma pessoa que se parece comigo, mas não sou eu.
Me olho no espelho e me pergunto: será que eu sempre fui assim e nunca percebi? Ou será que estou mudando?

Não sei mais distinguir o que é estar sóbria, o que é estar com pressão baixa... só sei que parece que vivo num transe há dias, e esses dias simplesmente não passam. Eu tomo meu remédio, passeio com Lelê, bebo água, vou às aulas, me alimento.
Mas parei de fazer atividade física. Praticamente não converso com outras pessoas. Passo a maior parte do meu dia em frente a uma tela, esperando alguém falar comigo -- e, no fundo, o que eu queria mesmo era que fosse ele.

Tenho certeza absoluta de que você vê minhas mensagens e, deliberadamente, demora para responder. Que sabe que eu estou sempre disponível, e se acomoda nisso, me tratando como apenas mais uma coisa no seu dia. Bizarro pensar que estamos jogando joguinhos a essa altura do campeonato!
Mas será que eu tenho mesmo essa certeza absoluta? Como eu posso ter certeza? Antes você não era assim (ou era?). Será que nunca foi diferente -- será que o que mudou fui eu?
Será que antes eu não era obsessiva... e agora sou?

É isso que passa na minha cabeça. Como se eu não soubesse mais o que é real e o que é invenção. Como se eu precisasse que alguém validasse meus pensamentos, porque sozinha eu já não consigo distinguir o que é “normal” do que é “demais”.

Por exemplo: eu nunca tinha notado que estava obcecada por você.
Essa semana eu percebi -- acho que estava mesmo. E todas as minhas amigas disseram: “é óbvio!”
Como eu nunca vi isso? Eu achava que só estava amando muito.
Não é normal falar todos os dias por videochamada? Por várias horas? Às vezes o dia inteiro?
Eu poderia fazer isso todos os dias por meses e não acho que me cansaria.
E só de escrever isso, percebo que é claro que eu estava obcecada.
Mas como é que eu não via isso antes? Eu não me sentia obsessiva.

Eu jurava que estava pulando de cabeça, de mãos dadas com alguém -- e só depois descobri que você não pulou comigo. Ficou na borda, me vendo chafurdar na água, e depois disse que não ia pular.
E eu só consigo pensar: “mas eu tinha certeza de que você ia pular comigo... não?”

Isso não deveria ser pra sempre? To be madly in love?
Por mim, eu tinha certeza de que poderia viver o resto da vida me sentindo assim. De fato, eu não estava pensando muito à frente -- e por que deveria?

Escrever tudo isso me faz perceber o quanto eu estava envolvida. Apaixonada. Endorfinada. Feliz. Amada. Vivendo o turbilhão mais delicioso de hormônios e sinapses que…

[PAUSA -- ELE ME LIGOU]

É 1h46 agora. Acho que estou me sentindo melhor. Vamos ver como eu acordo mais tarde.

De qualquer forma... nem acredito que consegui segurar todos esses pensamentos intrusivos enquanto falava com ele -- sem dizer nada além de: “você ainda me ama, né?”
Medo genuíno de estar ficando maluca.

quinta-feira, junho 25, 2015

On a regular Thursday afternoon, I watch you sleep

Então, mocinha, você foi boazinha com a mamãe?

Muito tempo desde a última postagem, e sinto que devo fazer certas atualizações aos caros leitores d’O Pundonor Diário.

Primeiramente, as duas últimas atualizações tiveram assunto relacionado ao emagrecimento; devo relatar que tal experiência não somente foi um fracasso, como também, no momento, peso 62 kg e meço 1,60 m — o que me deixa com uma aparência um tanto que ronda, mas, felizmente, na maior parte do tempo estou muito confortável com meu corpo.

Segundamente, acredito que seja do interesse dos Srs. e das Sras. saber que eu, B., estou cursando Direito (e não Jornalismo — apesar d’O Pundonor) e D.C. está cursando Medicina (mais coerente do que eu). Os outros irmãos e irmãs, infelizmente, eu não tenho notícia; foram de fato pegos pelo Grande Desconhecido.

Terceira e finalmente, ao objetivo desta postagem: há um homem dormindo na cama ao meu lado. Já tentei acordá-lo, mas ele não ficou mais do que alguns minutos consciente, para depois voltar à adorável realidade que parecem ser, às vezes, seus sonhos. Ele dorme de boca entreaberta, deveras como um bebê — apesar de seu 1,80 m negar, dizendo que ele já é um homem crescido.

Em alguns dias, ele completará mais um ano — mais uma vez o planeta deu uma volta completa ao redor do Sol; mais uma vez as quatro estações se passaram; mais uma vez, mais uma vez. O que é engraçado, porque nunca pareço me convencer de que ele cresce: sempre o vejo como um bebê, malgrado a diferença entre nossas idades seja ínfima.

Por vê-lo como um bebê, deixo-o dormir e me sinto na incessante tarefa de ser sua protetora.
De qualquer forma, o mundo é tranquilo aqui, ao som dos seus roncos baixos e dos roncos graves de um pug gordinho que também dorme em seu colo. É uma cena tão adorável que nem me sinto tão solitária... é bom de se ver.

Até daqui a 365 dias (quem sabe!).


A questão é: ela foi boazinha comigo?

segunda-feira, julho 01, 2013

Dia 1

O ideal teria sido se eu tivesse me levantado de fato às 6:00h, que foi quando meu despertador tocando, mas não consegui... Culpo a inércia.
Acordei às 8:00 mais ou menos e pesquisei entre as inúmeras dietas de mamãe a mais adequada pra mim. Escolhi uma que tem escrito "RADICAL" porque, convenhamos, é disso que eu estou precisando. 17 anos com 58kg de puro bucho, braço e bochecha, além da minha formatura iminente.

Tomei café às 8:30h. Minha deprimente refeição foi uma banana pequena cortada com aveia salpicada - simplesmente horrível - e três bolachas com ovo mexido e uma fatia de queijo coalho. Bebi quase que a pulso um copo pequeno de suco de soja sabor uva.

Meu almoço foi ainda pior. 4 colheres de sopa de feijão verde, misturado com cenoura ralada e brócolis INSOSSO e couve-flor (eca) picados. Proteína: peito de frango duro. Desse jeito, eu vou entrar em depressão.

Jantar: uma fatia de queijo coalho. Juro que não achei ruim. O lanche foi um iorgurte light de morango.

Atualizações em breve =)

Oh céus, será que ainda sei publicar aqui?

Quase dois anos de sumiço... Quem diria!

Enfim, este domínio está apenas ressucitando para ser o meu meio de relatos sobre meu projeto jul./2013.
AS METAS DO "E": Emagrecer (óbvio), Estudar (essencial), Esquecer Daniel (viável).
DURAÇÃO: 5 semanas.

domingo, novembro 27, 2011

Long time, no see.

É.
Faz muito tempo que eu não posto aqui.
O Blogger mudou e eu nem sei mais como mexer direito nele!!
Mas enfim, eu acho que é até melhor assim...
Espero que todo mundo tivesse pensado que o PD estava morto, logo eu posso escrever qualquer coisa random aqui.
Mas a função do tumblr não é essa? Bem, no meu tumblr, eu não gosto de publicar coisas, prefiro reblogar coisas que eu considero relevante.
Mas a função do facebook não é essa? Eu não gosto de postar muito no fb. Não .
Então só sobra aqui mesmo, e eu ainda ganho o bônus de atualizar o blog :)

MAS DEPOIS DE TANTA ENROLAÇÃO,
Eu só gostaria de dizer que as músicas da Taylor Swift antigas são anos-luz melhores do que as de agora. Ela está mais "acessível" e, pra mim, caindo na normalidade. Qualquer dia desses, eu baixo novamente todas as músicas antigas dela <3

sábado, abril 30, 2011

Day 30

Acabou o desafio!
Eu sei que eu falhei miseralvemente nesta semana, mas é porque esse negócio de explicar detalhadamente meu dia, semana, etc. é muuito extenso! Eu fazia os meus posts via meu celular de manhã, mas como a conta deu ASTRONÔMICA de alta, tive que parar. E não deu para postar via computador porque o meu quebrou, então eu tenho que dividir o meu com o meu pai e família hehe.
Entretanto eu irei postar os post dessa semana, mas só depois!
Beijos.

domingo, abril 24, 2011

Day 24

Whatever tickles your fancy
Acabou a Semana Santa... E que semana viu? Eu nem sei se tenho coragem de relatar tudo aqui mesmo, como eu normalmente faço... Talvez depois. Mas essa foi com certeza de longe o melhor tempo que eu passei com os meus primos!
Diálogo que merece ser lembrado da Semana Santa
Ele: Tu tem quantos anos?
Eu: 15... e tu?
Ele: 17.
Eu: E já tá com um copo de cerveja na mão?!
Ele *despeja o conteúdo do copo no chão*
Eu *GENTE QUE BONITINHO*

sábado, abril 23, 2011

Day 23

A YouTube video

Eu adoro os vídeos deste canal, o Manual do Mundo. Têm atualizações toda terça, se eu não me engano, e o Iberê faz Química parecer bem legal.

sexta-feira, abril 22, 2011

quinta-feira, abril 21, 2011

Day 21

A recipe

Eu ainda vou fazer isso.

quarta-feira, abril 20, 2011

Day 20

A hobbie of yours
Maquiagem e esmaltes. Depois post mais detalhado 1bj

terça-feira, abril 19, 2011

Day 19

A talent
1. Aptidão natural ou adquirida.
2. Engenho, disposição, habilidade.
Hmm, é uma coisa muito difícil, se definir. Você pode se achar a pessoa mais doce do mundo, enquanto alguns acham exatamente o contrário.
Enfim. Eu me acho muito talentosa na arte de estudar no dia anterior e mesmo assim se dar bem na prova, mas eu acho que isto está mais relacionado a sorte do que a habilidade em si. Eu tenho também facilidade em mexer em eletrônicos... Sei lá, não tenho graaaandes talentos, haha.

segunda-feira, abril 18, 2011

Day 18

Whatever tickles your fancy
UM ANO DE BLOG! Foi um ano de muitos desabafos, muitas idas e vindas, e muita diversão. Eu só tenho a agradecer.

Que venha ainda mais anos!

domingo, abril 17, 2011

Day 17

An art piece
Futura Picasso hein. 23/04/07

sábado, abril 16, 2011

Day 16

A song that makes you cry (or nearly)
Sério, qualquer trilha sonora foda me faz chorar. Pode ser um filme de comédia, mas na hora triste, se tiver uma música que... sei lá, colabore? com o momento, eu choro. E músicas também com significado, que traga todas as lembranças à tona. E nem precisa ter letra. Ex: trilha sonora de Orgulho e Preconceito. O filme como um todo é muito perfeito.
Mas é... I'm a crying baby.

Liz on the Top of the World
A cena dura uns 5 segundos, mas é a minha favorita de todo o filme.

sexta-feira, abril 15, 2011

Day 15

A fanfic
Hmm, eu não leio fanfics. Eu lia quando eu era mega fã de Crepúsculo, mas agora... Nahhh. Eu só li duas dignas e que eu de fato acompanhava:
Ser adolescente não é uma tarefa fácil, muito menos ainda quando se é metade vampira-metade humana, e na verdade só tem 6 anos. Renesmee Cullen sabe disso muito bem. Começar em uma nova escola, novos amigos e ainda se preocupar em manter o segredo de sua família. Nessie, Jake e os Cullens irão novamente enfrentar uma grande batalha, mas a principal, aquela na qual seu coração toma parte, ela ainda nem imagina.
Os contos do tio Emmett trazem as mais clássicas histórias infantis, totalmente repaginadas pela mente sagaz e irreverente de Emmett Cullen, na visão da autora.

quinta-feira, abril 14, 2011

Day 14

A non-fictional book
Nunca li nenhum livro de não-ficção por livre espontânea vontade. Talvez até leia Comer, Rezar e Amar, mas até lá falta muito.

1bj